Confira dez atrações imperdíveis do mais popular mercado a céu aberto de Santa Luzia

 A Feira do Palmital é um sucesso

Tem de tudo, é um mistério

Na letra original de Jorge Ben Jor, a homenageada é outra, a de Acari. Mas se encaixa perfeitamente na maior e mais antiga feira popular de Santa Luzia. E, certamente, a mais eclética. Lá é possível encontrar desde produtos típicos, como hortifrutigranjeiros, a celulares de última geração (e de procedência duvidosa) e aparelhos eletrônicos. Passando por ferramentas de todos os tipos, ervas (legalizadas ou não), temperos, roupas, brinquedos, perfumes e cosméticos, bijuterias e muito, muito artesanato. Sem esquecer, é claro, a comidaria. O indefectível pastel, espetinhos, salgados em geral, porções comuns de qualquer bom buteco e muito mais. Tudo regado a cerveja (latão ou latinha, ao gosto do freguês), refrigerante, água de coco, caldo de cana e cachaças de toda cor.

O Observatório Luziense esteve na Praça da Savassi neste domingo para visitar a Feira do Palmital. E reuniu 10 atrações imperdíveis do local. Confiram:

Barraca do Jonas

DSC02620O que muitos podem chamar de velharias, nós chamamos de antiguidades. Quer deixar um jornalista com cara de bobo? Mostre uma máquina de escrever para ele. Jonas não apenas vende, como também conserta aparelhos eletrônicos com defeito. Destaque também para os vinis e os saudosos telefones de disco.

Barraca de brinquedos da Gisele Borges

DSC02627bHeróis de todo tipo, minicraques, jogos de tabuleiro, bonecos e bonecas, carrinhos. Não há criança – e muitos adultos – que passe por ali e não pare um instante, com brilho nos olhos.

Barraca 100% Vale do Jequitinhonha – D. Maria José

DSC02638bPeças típicas do artesanato mineiro. Cerâmicas, pingômetros, enfeites, utensílios para cozinha. Muita madeira, muita pintura e o ar rústico que marca as criações da região de Dona Maria José, a dona do espaço.

Márcio Ferreira – bancos de madeira

DSC02647bUns mais altos, outros mais baixos. Individuais ou confortáveis poltronas. A Fábrica de Bancos Maciços do Márcio faz de tudo com madeira. Além da Feira, ele roda a cidade vendendo de porta em porta.

Hélio Hilário – móveis de brinquedo

DSC02664b“Ownnnnnn!” É o que todos fazem quando, ao andar pela feira distraidamente, deparam com as miniaturas de móveis seu Hélio fabrica. Caminhas, beliches, berços e cômodas encantam qualquer um. A vontade é mandar embrulhar tudo e levar para casa.

Marcos Pereira – queijos e cachaças

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O dono da barraca já ganha os fregueses pela simpatia. “Não posso tirar foto, tenho contrato com a Globo”, diz. Em meio às risadas, vende queijo Minas e da variedade cabacinha. A pinguinha da roça não poderia faltar, assim como o doce de leite. Combinação perfeita.

Beatriz Flausino – artesanato em lápis e canetas

DSC02680bTudo bem, não é nenhuma novidade. Mas o trabalho artesanal que Beatriz faz merece o registro pela singeleza. As bonequinhas cativam pela delicadeza. Os minions, pela fofura.

Adriano Luz – linguiças caseiras

DSC02685bTem para todos os gostos. Da tradicional à temperada com jiló. Com bacon ou com queijo. Quem resiste à uma linguicinha frita? O Adriano garante: a dele é a melhor de Santa Luzia!

Waldecir de Mesquita, o Deca – comida baiana

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O que é que o baiano tem? Acarajé, peixe ensopado e camarão, no prato ou no espeto. Em meio a tanta mineiridade, Deca mantém as tradições e os sabores da culinária de sua terra natal.

João Belo da Silva – Ervas e temperos   

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Salsa, coentro, tomilho, arnica, alecrim, louro, lobrobó (também conhecida como ora pro nobis), canela em pau, manjericão, espinheira-santa, guaco. É mato pra dar com pau (com perdão do trocadilho infame), seja para deixar a comida mais gostosa, seja para cuidar da saúde. João garante a procedência.

 

 

 

 

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